quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

O Fantástico Mundo! - A Sala


Eu estava sentado numa cadeira e na minha frente uma pequena mesa grande o suficiente apenas para mim e a espera de que todos os outros se acomodassem em seus lugares de preferencia. Do meu lado esquerdo havia um rosto familiar, ele era um pouco gordinho e a sua frente estava ela mais uma vez, parecia que o todo o ar do mundo não era o suficiente para me manter consciente toda vez que eu olhava para ela.
Logo que todos se sentaram, uma mulher entrou na sala e se apresentou. Ela se chamava Maria e disse que estaria conosco durante um ano, e alguém la no fundo da sala perguntou o que era um ano e ela respondeu que logo saberíamos.
Depois ela pegou em uma mesa bem maior do que as outras que ficava na frente da sala no lado esquerdo, oposto a porta, um amontoado de finos objetos e algo redondo que estava cheio de pequenas varetas verdes. Ela colocou na mesa de cada um, um papel e uma dessas varetas que tinham uma pequena ponta cinza que deixavam uma marca também cinza no que encostavam.
Quando ela colocou na mesa de todos ela foi para a frente da sala e disse que havia deixado um lápis e um papel e que era para que cada um desenhasse algo que representasse o que sentiam ao estar lá e o que esperavam encontrar.
Eu não não conseguia pensar em nada além da bela imagem que sempre me vinha em mente dela que parecia ter sido a mais bela imagem que já havia visto desde que chegara a este mundo. Mas eu o fiz, desenhei o que esperava, o que vi naquele lugar. E assim foi o resto do dia, não tão diferente dos outros dois dias.

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

O Fantástico Mundo! - A Porta


Mais uma vez eu me vi passando por mais uma especie de túnel, porem dessa vez era menor e bem mais curto e vazia um tipo de ligação entre duas das construções contudo nada havia acima ou aos lados além de uma extenso teto de concreto.
Quando alcancei aqueles que estavam a minha frente, notei que já havíamos dado a volta no lugar e agora estávamos do outro lado da enorme construção que antes era parede do lado esquerdo do primeiro túnel que ligava aquele lugar com o mundo exterior. No meu lado esquerdo estava esta construção e do lado direito, além de uma extensa grade havia um extenso e profundo buraco retangular e repleto de água.
Todos estavam de organizando em várias filas duplas, e cada fila dupla era separada por seres com características semelhantes, por seres do mesmo sexo. Eu fui para o final de uma fila e do meu lado esquerdo bem no inicio da fila ao lado eu pude ver ela mais uma vez, o que parecia ser a perfeição representada numa forma viva e bem ali na minha frente.
A fila começou a se movimentar e nos levara em direção a construção a esquerda. Havia uma longa escada cercada no lado de fora da construção que acompanhava seu exterior e terminava a alguns metros do chão, porem muito antes do seu topo. Ali no fim, estávamos num corredor bem longo e com dezenas de portas. A porta com o numero 13 era aquela a qual minha fila se dirigia.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O Apocalipse Zumbi - Post 16

Capitulo 4 - Parte 4
Carlos

Mal a porta do elevador se abriu e um forte cheiro de podre perfurou as narinas de todos que deve ter feito todos eles se perguntar quem ou quantas pessoas haviam morrido naquele lugar. O elevador era grande o bastante para que todos pudessem descer juntos até o Subsolo 2.
Mário e João foram os primeiros a sair do elevador. Mario com sua Shotgun apontada sempre para frente enquanto João iluminava seu caminho com uma lanterna. As luzes principais estavam apagadas porem pequenas luzes de emergência iluminavam ao longo do corredor precariamente, o que não permitia que pudessem enxergar o que estivesse muito alem de 5 metros a sua frente.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O Apocalipse Zumbi - Post 15

Capitulo 4 - Parte 3
Hugo


Apesar de estar em um lugar estranho e aparentemente inabitado, Hugo parecia reagir bem. Desde que desceu da pick-up, Carla esteve do seu lado aparentemente bastante abalada com tudo o que havia acontecido naquele dia mas ela tentava esconder talvez para confortar a si mesma, fazendo-a acreditar que ela realmente estava bem.
Enquanto todos pareciam fazer alguma coisa, os dois estavam se sentindo destacados, inúteis, apenas mais dois pra trazer preocupação aos seus amigos. No bolso da sua calça, Hugo tinha uma arma de choque que ele já estava segurando quando disse a Carla com um sorriso triste e ao mesmo tempo confortante no rosto.
— Não sei se isso pode fazer algum efeito com aquelas coisas. Mas pode te proteger em algum momento.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O Apocalipse Zumbi - Post 14

Capitulo 4 - Parte 2
Carlos

A noite estava fria e céu avermelhado e cheio de nuvens enquanto Carlos e Ana mexiam na bolsa de armas de Mário procurando algo que soubessem usar bem para se defender. Ela parecia um pouco desconfortável com aquela situação antes de falar.
 É, parece que aquele encontro de domingo vai ter que ser adiado.
Carlos abriu triste sorriso tentando aliviar a toda a tensão que ainda estava sentindo, ele não parava de pensar nos seus pais, Alan e Érica, que saíram de casa cedo para o trabalho na cidade de Tétis, centro do Estado dos Rios. Algo poderia ter acontecido com eles. "E se Tétis foi atacada primeiro? Se eles chegarem em casa e encontrassem a cidade cercada por Zumbis?" Perguntas que inquietavam sua mente confusa. Mas Ana estava alí do seu lado, ele não poderia parecer desesperado, tinha que estar confiante. Precisava dizer alguma coisa para se livrar daqueles pensamentos.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O Apocalipse Zumbi - Post 13

Capitulo 4 - O Laboratório
1ª Parte
João

Já devia estar no meio da madrugada enquanto João estava sentado no banco de traz da pick-up se perguntando o que ele iria fazer a partir de agora, ou para onde ele deveria ir e levar seus amigos. Ele era o mais velho com seus 20 anos e se alcoólatra o responsável por todos nos momentos mais difíceis. Um pouco mais alto que Carlos, ele tinha cerca de um metro e setenta quase um metro e oitenta, o cabelo loiro bem curto com corte militar e uma cicatriz no rosto que marcava desde sua testa até a bochecha passando pelos seu olho esquerdo. Uma marca de nascença, ao menos era isso que ele queria que todos pensassem para evitar que tivessem pena dele se ele revelasse que foi sua mãe bêbada que havia cortado durante uma discussão com o pai de João pouco antes dele desaparecer.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

O Apocalipse Zumbi - Post 12

Capitulo 3 - 2ª Parte

Nova Aliança era uma pacata e distante cidade localizada ao Leste de Maxambomba na direção do estado de Malim, era a ultima cidade do Estado dos Rios porem ainda muito distante da cidade de Malim, capital do estado. Não possuía nenhum atrativo além do principal laboratório de pesquisas MaxLotus, que era a única grande fonte financeira da cidade.
A viajem até Nova Aliança foi um tanto rápida e já devia estar no meio da madrugada quando chegaram lá. Ao chegarem, todos estavam dormindo no banco de traz da pick-up e na frente apenas Carlos estava acordado com Ana dormindo apoiando em seu ombro direito.