Mostrando postagens com marcador Capitulo 4. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Capitulo 4. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de março de 2012

O Apocalipse Zumbi - Post 18


Capitulo 4 - Parte 6
Carla
Carla e Leo estavam seguindo pelo corredor seguindo na direção de onde Leo ouviu os barulhos, que seria o caminho que todos estariam seguindo se não tivessem entrado naquela sala.

segunda-feira, 19 de março de 2012

O Apocalipse Zumbi - Post 17

Capitulo 4 - Parte 5
João
Leo foi o último a entrar na sala, enquanto João e Mário já estavam parados em frente a ela. Loira, um metro e sessenta, com olhos verdes e uma estranha coloração cinza que parecia consumir lentamente suas pupilas. Ela vestia um jaleco branco com várias manchas de sangue espalhadas e um rasgo no braço direito onde parecia que algo havia mordido e bastante ainda um pouco úmido naquela região.  Eles puderam notar uma tensão correr por todo o corpo dela, como se ela estivesse lutando contra algo dentro de si, sua boca começou a se mexer mas nenhuma palavra saía, tudo o que ela conseguiu emitir foi um fraco gemido.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

O Apocalipse Zumbi - Post 16

Capitulo 4 - Parte 4
Carlos

Mal a porta do elevador se abriu e um forte cheiro de podre perfurou as narinas de todos que deve ter feito todos eles se perguntar quem ou quantas pessoas haviam morrido naquele lugar. O elevador era grande o bastante para que todos pudessem descer juntos até o Subsolo 2.
Mário e João foram os primeiros a sair do elevador. Mario com sua Shotgun apontada sempre para frente enquanto João iluminava seu caminho com uma lanterna. As luzes principais estavam apagadas porem pequenas luzes de emergência iluminavam ao longo do corredor precariamente, o que não permitia que pudessem enxergar o que estivesse muito alem de 5 metros a sua frente.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O Apocalipse Zumbi - Post 15

Capitulo 4 - Parte 3
Hugo


Apesar de estar em um lugar estranho e aparentemente inabitado, Hugo parecia reagir bem. Desde que desceu da pick-up, Carla esteve do seu lado aparentemente bastante abalada com tudo o que havia acontecido naquele dia mas ela tentava esconder talvez para confortar a si mesma, fazendo-a acreditar que ela realmente estava bem.
Enquanto todos pareciam fazer alguma coisa, os dois estavam se sentindo destacados, inúteis, apenas mais dois pra trazer preocupação aos seus amigos. No bolso da sua calça, Hugo tinha uma arma de choque que ele já estava segurando quando disse a Carla com um sorriso triste e ao mesmo tempo confortante no rosto.
— Não sei se isso pode fazer algum efeito com aquelas coisas. Mas pode te proteger em algum momento.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

O Apocalipse Zumbi - Post 14

Capitulo 4 - Parte 2
Carlos

A noite estava fria e céu avermelhado e cheio de nuvens enquanto Carlos e Ana mexiam na bolsa de armas de Mário procurando algo que soubessem usar bem para se defender. Ela parecia um pouco desconfortável com aquela situação antes de falar.
 É, parece que aquele encontro de domingo vai ter que ser adiado.
Carlos abriu triste sorriso tentando aliviar a toda a tensão que ainda estava sentindo, ele não parava de pensar nos seus pais, Alan e Érica, que saíram de casa cedo para o trabalho na cidade de Tétis, centro do Estado dos Rios. Algo poderia ter acontecido com eles. "E se Tétis foi atacada primeiro? Se eles chegarem em casa e encontrassem a cidade cercada por Zumbis?" Perguntas que inquietavam sua mente confusa. Mas Ana estava alí do seu lado, ele não poderia parecer desesperado, tinha que estar confiante. Precisava dizer alguma coisa para se livrar daqueles pensamentos.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O Apocalipse Zumbi - Post 13

Capitulo 4 - O Laboratório
1ª Parte
João

Já devia estar no meio da madrugada enquanto João estava sentado no banco de traz da pick-up se perguntando o que ele iria fazer a partir de agora, ou para onde ele deveria ir e levar seus amigos. Ele era o mais velho com seus 20 anos e se alcoólatra o responsável por todos nos momentos mais difíceis. Um pouco mais alto que Carlos, ele tinha cerca de um metro e setenta quase um metro e oitenta, o cabelo loiro bem curto com corte militar e uma cicatriz no rosto que marcava desde sua testa até a bochecha passando pelos seu olho esquerdo. Uma marca de nascença, ao menos era isso que ele queria que todos pensassem para evitar que tivessem pena dele se ele revelasse que foi sua mãe bêbada que havia cortado durante uma discussão com o pai de João pouco antes dele desaparecer.