segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O Apocalipse Zumbi - Post 10

Capitulo 2 - 5ª Parte

Mário correu até o lado de fora carregando sua Shotgun e examinou o lugar, mas nenhum movimento. Ele olhou para cima e viu que os cabos de energia se concentravam em algum lugar que ficava do outro lado além do escritório. De repente surge novamente mais um barulho, que agora ele pode identificar melhor, era um som parecido com um raio porem numa escala bem menor.
Chegando até o lugar de onde o barulho veio ele pode notar uma espécie de rede de enormes componentes elétricos interligados, parecia mais o esqueleto de vigas de uma construção, um estranho zumbido o dizia que tudo aquilo estava conduzindo uma enorme quantidade de energia e para seu próprio bem ele melhor que permanecesse afastado de lá.
Ele olhou para baixo bem no fundo próximo a parede que separava a subestação da rua e viu duas pessoas caídas no chão com os corpos todos queimados. Provavelmente elas tocaram em alguma parte da estrutura e sofreram uma descarga elétrica grande o suficiente para torra-las vivas, se é que aquelas eram pessoas normais, mas algo o dizia que as duas eram como aquela que ele havia encontrado mais cedo.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O Apocalipse Zumbi - Post 9

 Capitulo 2 - 4ª Parte

Ao entrar na sala ele viu algumas cadeiras caídas perto dos espaços entre as pequenas pacas que faziam a divisão dos pequenos escritórios. Ele andou pelo corredor apontando sua arma sempre à frente, mas no lugar parecia não ter ninguém por perto.
No final do corredor havia um bebedouro bem no centro mais algo a direita que parecia se mais um corredor. Mário seguiu até o final do corredor sem que nada de estranho acontecesse. Ao chegar ao fim do corredor ele ficou parado na curva, encostado na parede, para que pudesse olhar para seja lá o que fosse ou estivesse logo além, porém não encontrou nada e prosseguiu. Era outro corredor porem agora tinha um fim, e no fim havia uma porta que pela indicação seria a sala do responsável por aquele lugar.
Sem pensar duas vezes, Mário resolve ir direto até a ultima sala, mas com um enorme cuidado esperando que qualquer coisa o esperasse em alguma das outras três portas que havia antes do fim do corredor. Uma das portas que ficava isolada das outras apenas numa parede parecia ser a porta da sala de controle ou algo do tipo. As outras duas portar que ficavam bem próximas pareciam ser uma sala de reuniões e a sala de algum outro funcionário que estava numa hierarquia abaixo do chefe da subestação de energia.
Ele bateu na porta do fim do corredor, porem nada acontecera. Então resolveu abri-la lentamente. Mas nada o esperava do outro lado além de uma mesa repleta de papeis espalhados. Então resolveu checar os papeis em busca de alguma pista sobre onde estavam os funcionários daquele lugar. Olhou vários papeis porem nada, até que um estranho barulho vem pelo corredor, aparentemente da porta que ficava isolada das outras.
Chegou à porta isolada que estava fechada. Ele abriu a porta devagar e entrou no lugar. Era uma sala grande e repleta de enormes equipamentos de controle e monitoramento da energia elétrica que abastecia toda a cidade. E bem no fundo da sala, caído no chão, estava um homem com uniforme de segurança e com algum ferimento na barriga onde ele forçava com sua mão esquerda para conter o sangramento.
— Ei, você tá legal? — Mário perguntou ao homem que estava imóvel e não respondeu a pergunta.
Mário foi se aproximando lentamente do homem com receio de que ele estivesse nas mesmas condições que estava Paulo, aquele que ele havia matado momentos antes de chegar à subestação. O homem permanecia imóvel mesmo quando Mário parou em sua frente com uma arma apontada sobre sua cabeça. Mário viu que o homem não apresentava nenhuma ameaça aparente e resolveu se abaixar ao seu lado.
Ele levantou a cabeça do homem, o que fez com que ele abrisse os olhos e virassem para Mário.
— O que foi que ouve? Qual é o seu nome? — Perguntou ao homem que parecia lutar para respirar.
— Jorge!...Eles vieram...não...morriam...morderam todos...não...pude...fazer...nada — Respondeu o homem com uma enorme dificuldade para falar devido ao seu ferimento.
Até que mais um barulho veio, porem agora parecia ter sido do lado de fora do escritório. Os dois olharam para a porta e Mário se levantou.
— Eu vou ver o que foi isso e volto logo. Fique firme. — Disse Mário ao pegar uma pistola e entregar a Jorge.
— Cuidado!...não deixe que...eles...te mordam sussurrou — Jorge ao pegar a arma na mão de Mário.
Mário acenou com a cabeça e saiu em direção a porta carregando sua arma.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

O Fantástico Mundo! - Os Portões


A viagem demorou um pouco mas parecia que finalmente estava no meu destino. Parecia um lugar enorme me agradava do outro lado daqueles enormes portões que estavam do lado de fora da janela daquela coisa que eu não sabia o nome.
Uma mulher chamava todos na porta, e todos foram na direção dela sem hesitar. Eu não sabia o que fazer senão segui-los. E fui logo com todos e percebi que aquela bela e graciosa criatura que avistara anteriormente estava já distante e mim, ela já estava à frente de todos os outros naquele lugar, somente atras da mulher que nos chamara anteriormente.
Quando me dei conta já estávamos todos na frente dos gigantescos portões que lentamente se abriam. Do outro lado dos portões eu me encontrava dentro de uma especie de túnel gigante cujas paredes eram formadas por duas enormes construções interligadas por uma especie de ponte que podia ser vista do alto da metade do túnel.
No fim do túnel me deparei com uma outra paisagem completamente diferente da anterior. Era um enorme pátio a céu aberto repleto de canteiros recheados de plantas e arvores de todos os tamanhos que pude imaginar. Que lugar misterioso era aquele? Haviam pássaros voando por todo o lugar. E também pude ver outra parte da enorme construção que ficava do lado direito do túnel.
Janelas e mais janelas espalhadas por todo o lugar. O pátio era cercado por três grandes construções: uma que se estendia desde o inicio do túnel, no lado esquerdo; uma do lado direito; e a outra, menor, que contornava o resto do lugar formando algo parecido com uma letra 'L'.
Fiquei admirando o lugar que quando percebi todos já estavam a caminho da única passagem que havia entre as construções. E logo fui tentar alcança-los correndo.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

O Apocalipse Zumbi - Post 8

Capitulo 2 - 3ª Parte

Paulo, já morto, estava caído em frente a sua pick-up e Mário analisava o corpo em busca de alguma pista sobre o que estava fazendo ou o porque, mas não encontrou nada. Lembrando que quando ele avistou Paulo pela primeira vez ele estava na frente de um cadáver ensanguentado, Mário rapidamente virou de costas para o cadáver de Paulo e correu em direção ao outro para ver o que encontrava.
Sua visão não foi das melhores o que lembrou dos tempos em que lutava na Grande Guerra que afetou todos os 3 grandes continentes onde ele viu as mais cruéis torturas e restos do que um dia foram seres humanos pelo seus caminhos na região do Grand Valley, um enorme deserto habitado pelos mais crueis e primitivos povos de todo o planeta. Grand Valley é uma região sem lei onde dizem que antes era um lugar repleto de vida e paz até que um dia foi atingido por um enorme meteoro que deixou sua forma marcada como uma gigantesca cratera desértica e sem vida no maior dos 3 continentes e vizinho do pequeno continente de Prazina, lar desse velho herói de guerra.

terça-feira, 13 de setembro de 2011

O Apocalipse Zumbi - Post 7

Capitulo 2 - 2ª Parte

Parado na porta do terreno do velho Mário estava um homem alto com pele clara, olhos verdes e cabelo curto e preto vestido num terno cinza, e segurando uma maleta preta na sua mão esquerda.
— É assim que você recebe um velho amigo? — disse o homem.
— E o que trás o tão importante e presidente da MaxLotus aqui na minha humilde casa? — Mário respondeu num tom de ironia.
— O que acha de tomarmos um café?
— Eu to com uma estranha impressão de que eu não vou gostar do que vou ouvir, mas que seja. — disse Mário já se virando em direção a sua casa e seguindo — Entre e feche a porta!
Os dois foram para dentro da casa e nada disseram um ao outro desde então. Mesmo enquanto Mário preparava o café e servia. Apenas quando ele terminou e se sentou na poltrona que ficava quase de frente para poltrona onde estava sentado seu misterioso visitante.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

O Apocalipse Zumbi - Post 6

Capitulo 2 - Distúrbios na Cidade

1ª Parte

Era manhã do dia 14 de Agosto e tudo parecia calmo enquanto o pequeno Tomais, com seus 10 anos, estava no alto de uma mangueira de pé na beira de um galho enquanto se segurava com sua mão esquerda e com a direita se esticava para pegar uma manga que parecia suculenta. Até que num enorme estrondo ela explode bem na sua frente tornando seu rosto coberto de pedaços de manga.
— Desce já daí moleque. — Era o grito do velho Mário apontando uma velha espingarda na direção do garoto.
Tomais pulou da árvore para o grande mudo da casa do velho Mário, que tinha uns 2 metros de altura, e gritou para seu amigo que esperava do lado de fora do terreno para que corressem que o obedeceu, os dois fugiram do lugar como se corressem pela sua vida.
— E na próxima vez eu acerto na sua mão. — Mário tornou a reclamar, mas logo se acalmara e andava na direção de sua casa.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

O Apocalipse Zumbi - Post 5

Capitulo 1 - 5ª Parte

Hugo e Leonardo eram dois irmãos gêmeos de 17 anos, mas poucos que os conheciam sabiam disso, pois eles não gostavam muito da ideia de serem irmãos, quanto mais irmãos gêmeos.
Embora fossem gêmeos os dois eram muito diferentes tanto na aparência quanto na personalidade. Leonardo era o irmão mais velho, sempre se gabou disso com Hugo mesmo tendo uma diferença de apenas oito segundos entre o nascimento deles. Já Hugo sempre foi o medroso, tinha medo até da própria sombra, e seu irmão usava isso a seu favor como uma para conseguir tudo o que queria com Hugo.
Os dois estavam sempre brigando entre si por qualquer coisa desde que mudaram para Maxambomba, há cinco anos, sempre se distanciavam dos lugares que frequentavam. Porem Hugo acabou se tornando um grande amigo de Bruno e Leonardo se tornou amigo de João que era vizinho de Carlos que era um grande amigo de Bruno. Mesmo lutando pra ficarem distantes, foi inevitável a vinda do dia em que Bruno, Carlos e João se tornassem grandes amigos fazendo com que Hugo e Leonardo se aturassem se quisessem manter seus amigos, que antes não faziam ideia de que os dois eram irmãos gêmeos.