sexta-feira, 29 de junho de 2012

O Apocalipse Zumbi (post 27)


Capitulo 8 – Portão Norte
Parte 2
René Duarv
Vila Ténor
- Você sabe qual é o problema dele? - Perguntou René.
- Há algumas semanas seu amigo encontrou um homem que estava aparentemente morto na floresta. Mas não estava ele estava doente. E pode ser que seu amigo também esteja contaminado.
- Mas se Guillian está contaminado. Não quer dizer que todos que tiveram contato com ele também esteja contaminado?
- Não enquanto ele não tiver desenvolvido a doença por completo, senhor...
- René. René Duarv. E você é?
- General Duane Estrella a seu dispor. Agora, traga logo seu amigo antes que seja tarde demais.
René não tinha certeza se podia confiar em Duane, mas não tinha outra escolha. Ele sabia que algo de errado vinha acontecendo com Guilian já há algum tempo, mas seja lá o que fosse ninguém naquela vila era capaz de trata-lo.
Eles levaram Guilian até o carro tartaruga de onde saiu Duane. Já era enorme pelo lado de fora, mas por dentro parecia ser maior ainda. Era tudo num verde camuflado desde o lado de fora até o lado de dentro, com exceção de alguns equipamentos e uma maca de alumínio montada no centro do carro. Tinham duas pessoas lá dentro.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

O Apocalipse Zumbi (post 26)


Capitulo 8 – Portão Norte
Parte 1
René Duarv
Na pacata Vila Ténor
A enorme Floresta de Awalon jazia adormecida por milênios no mesmo lugar. Civilizações se ergueram e sucumbiram ao seu redor, mas a enorme floresta permanecia. Homens temiam o que desconheciam, temiam o que existia no interior da floresta e precisavam encontrar uma forma de controlar ou ao menos neutralizar um lugar onde pessoas entravam para se aventurar e nunca mais eram vistas muito menos seus corpos eram encontrados. A solução encontrada foi cercar os limites da floresta isolando-a do resto do mundo, mas aquilo já foi a tanto tempo que as pessoas se esqueceram do porque havia uma gigantesca muralha cercando aquela floresta que há anos já era chamada de Reserva Florestal Amazônia.
A Floresta de Awalon permaneceu esquecida do mundo exceto pelos descendentes de um dos mais antigos povos da terra, os Saltomus. Eles foram nomeados pelo Grande Rei Elíadas, que deu seu próprio nome a muralha que construía ao redor da floresta. Como ele mesmo sabia que nem mesmo seus filhos viveriam o bastante até chegar o dia em que a construção da Muralha de Elíadas estivesse completa, ele precisava de alguém que dedicasse sua vida a proteger o mundo do mal que habitava naquela floresta. Os mais corajosos guerreiros foram nomeados para tal trabalho, foram nomeados como a Patrulha Saltum.
Os guerreiros da Patrulha Saltum vagaram por anos sozinhos pela floresta, muitos morreram, muitos fugiram e muitos simplesmente desapareceram na floresta. Com o passar dos anos alguns constituíram família ao redor da floresta surgindo assim quatro grandes vilas, cada uma sitiada em um ponto extremo da floresta. Nas vilas São Tomé, o protetor dos patrulheiros da floresta, viviam as esposas e os filhos dos patrulheiros que logo seguiriam os passos dos pais. Com o passar do tempo o trabalho antes dado pelo Rei Elíadas havia se tornado uma tradição de um povo que agora se chamava de Saltomus. E quando finalmente a grande muralha estava pronta, os Saltomus construíram quatro portões que davam entrada para a Floresta de Awalon.
O Portão Sul era cercado pela maior cidade Saltom que com a chegada de outras civilizações se tornou um grande centro militar que foi destruído durante a grande guerra e permaneceu inabitado até se tornar a cidade de Nova Aliança anos mais tarde. Ao redor das ruínas do Portão Sul foi construído o Hospital MaxLotus.
O Portão Oeste sempre foi cercado por um pequeno vilarejo que foi abandonado durante a grande guerra.
O Portão Leste também era cercado por um pequeno vilarejo que se tornou uma pequena base de treinamento militar durante a grande guerra e depois foi abandonada.
O Portão Norte é o mais distante onde vivia

sexta-feira, 15 de junho de 2012

O Apocalipse Zumbi (post 25)

Capitulo 7 – Doutor Whoe?
Hugo Marine e seus amigos
Nas Instalações do Laboratório MaxLotus

Corriam todos pelo corredor sem fazer ideia do que teriam de enfrentar pela frente, mas de alguma maneira Hugo desconfiava que se tratasse de seu irmão. Eles nunca se deram muito bem, mas a simples ideia de perdê-lo assustava Hugo de forma que ele esquecia todos seus outros medos e corria bem a frente de todos pelo longo corredor do segundo andar subterrâneo do laboratório.
Logo a sua frente estava uma jovem loira de abaixada de costas para todos que vinham, era Carla. Tinha alguém ao lado dela, tinha uma pele enrugada e cabelos brancos que o fazia parecer ter mais de setenta anos. Ele estava usando uma calça marrom com uma camisa verde abotoada e por cima tinha um jaleco branco, porém já bastante sujo e com diversas manchas se sangue. Mas o que fez com que Hugo se paralisa foi ver quem estava deitado e desacordado entre os dois. Era seu irmão, Leo.
- O que foi que houve? - era o que Hugo teria perguntado se palavras pudessem sair de seus lábios. Pois tudo o que fez foi se ajoelhar em frente ao irmão e permanecer imóvel até encontrar abrigo nos olhos de Carla que parecia ler sua mente quando começou a explicar.
- Nós estávamos nesse cruzamento quando Leo ouviu algo e veio em frente checar. Foi quando o Doutor Whoe...
- Espera. Whoe é você?

sexta-feira, 1 de junho de 2012

O Apocalipse Zumbi (post 24)


Capitulo 6 - Um Louco e seu Martelo
Parte 4
Capitão Costa
Na cidade de Nova Aliança
James foi pego de surpresa e deixou o machado cair de suas mãos enquanto era jogado contra o chão para uma dolorosa morte. Uma mulher, na verdade um zumbi mulher que devia estar apenas se tratando no hospital quando se tornou naquilo. Ela não vestia nada além de um vestuário de paciente daqueles fornecidos pelo hospital com uma abertura nas costas. Era loira e apesar de ter alguns ferimentos no rosto e em seus braços, sendo uma terrível marca de mordida no braço esquerdo, era possível notar o quanto ela era bonita antes.
Eles estavam lutando no chão enquanto ela tentava morder qualquer parte do corpo de James que conseguisse. O Capitão a tinha em sua mira, mas como James estava por baixo era arriscado disparar um tiro contra ela sem feri-lo. Por um tempo os dois ficaram lutando pelo chão até que o Capitão pudesse encontrar a melhor posição para atirar e foi quando James finalmente conseguiu joga-la de lado que dois tiros foram disparados contra as costas daquela zumbi.

sexta-feira, 25 de maio de 2012

O Apocalipse Zumbi (post 23)


Capitulo 6 - Um Louco e seu Martelo
Parte 3
Capitão Costa
Na cidade de Nova Aliança
Tenente Oliveira abria caminho seguido por James e o Capitão que não perdia James de vista nem por um segundo. Ele pode deixado o machado a James devido às circunstâncias, mas aquilo não deixava de ser algo extremamente arriscado. Não sabia nada sobre James além da história que contou sobre sua vinda ao hospital e o pouco que Oliveira havia lhe dito ter presenciado enquanto James lutava por sua vida contra aqueles três zumbis mortos na recepção do hospital.
- Olha garoto. Eu posso ter deixado esse machado contigo por enquanto. Isso não significa que sua barra tá limpa você ainda tem muito que se explicar quando chegarmos a delegacia. Mas por enquanto, apenas não faça nenhuma besteira.
- Pode parecer loucura, capitão, mas o senhor poderia deixar uma arma comigo. Eu sei atirar muito bem e seria muito mais útil com uma arma de verdade do que com esse machado.

sexta-feira, 18 de maio de 2012

O Apocalipse Zumbi (post 22)



Capitulo 6
2ª Parte
Capitão Costa
Na cidade de Nova Aliança
O Silêncio tomava conta do lugar enquanto Tenente Oliveira estava de pé com sua arma apontada na direção de um homem parado e completamente ensanguentado. Mas aquilo não surpreendeu o capitão tanto quanto os corpos no chão e ainda mais ensanguentados que o próprio homem que parecia ser o responsável por todas aquelas mortes.
O capitão já estava com sua pistola mirando o sujeito.
- Quem é você?
- Espere capitão, ele estava se defendendo de todos esses aqui que queriam mata-lo. Eu vi tudo. E eu mesmo quem atirei contra aquele caído logo atrás dele.
- E por que diabos todos esses queriam matar este homem?
- Eu não sei, mas havia algo de errado com eles. Não tinham um pingo de sanidade.
- E você. Coloque esse machado no chão e mantenha as mãos na cabeça.
Aquele homem estava completamente assustado e ofegante. Capitão o colocou sentado numa cadeira enquanto o tenente o mantinha na mira de seu fuzil.
- Quem é você? E o que veio fazer aqui?
- Meu nome é James. Eu e meu amigo Thomas sofremos um acidente de carro próximo ao hospital. Nada muito sério, mas Thomas parecia ter fraturado um de seus dedos da mão, então viemos logo ao hospital pra tratar isso antes de chegarmos à casa da minha sogra. Mas quando chegamos aqui não encontramos ninguém. Então procuramos por alguém que pudesse nos ajudar por um tempo até que essas coisas surgiram do nada e aos montes. Esses, zumbis, pegaram Thomas e o dilaceraram tão rápido e comeram suas entranhas. - Lembrar-se daquilo fez com que James finalmente tomasse conta de que seu amigo havia sido assassinado diante de seus olhos e não houve nada que pudesse fazer para salva-lo. Seus olhos brilhavam repletos de lagrimas. - Eles vieram atrás de mim, mas eu consegui me esconder por um tempo e encontrei este machado que usei pra me defender.
- Eu sinto muito pela perda do seu amigo. Que descanse em paz. Pois se o que você me disse for verdade, deve haver mais desses zumbis por aqui e temos que conter todos antes que mais pessoas sejam feridas. Teremos um longo dia. - o Capitão pegou o machado e entregou nas mãos de James. - Se você matou todos esses aqui sem ajuda então é melhor que esteja conosco. Tenente, vamos encontrar Ramirez o mais rápido possível.
Parecia que Ramirez o ouvira, pois assim que o capitão completou sua frase, todos ouviram um tremendo estrondo acompanhado por um som de pequenos estilhaços de concreto caindo pelo chão. Aquele sem duvida era o som de um estrago causado por uma pistola de impacto.



sexta-feira, 11 de maio de 2012

O Apocalipse Zumbi (post 21)



Capitulo 6
1ª Parte
Capitão Costa
Na cidade de Nova Aliança
Um céu sem nuvens trazendo consigo uma tarde quente e úmida enquanto o sol pairava sobre suas cabeças fazendo o suor cair sobre seus rostos. E o Capitão Júlio Costa interrogava Jonathan Vieira, muito conhecido pelas ruas de Nova Aliança como Jony.
- Olha Jony, por que não fazemos isso da maneira mais fácil? Você me diz onde estão às drogas e eu te deixo voltar pra aquela sua barraca de filmes piratas.
- Eu já te disse tudo que eu sei. Um tal de Maninho. Dizem por aí que é ele quem faz o transporte na cidade. Isso é tudo que eu sei.
- Eu pensei que nós tivéssemos feito um acordo. Mas você não me deixa outra escolha. Tá vendo esse grandão aqui do meu lado? Esse aqui é o Cabo Ramirez. Acabou de chegar à cidade. Doidinho pra meter porrada em vagabundo.